6 teorias sobre o desaparecimento de Amelia Earhart, a mulher pioneira da aviação

Curiosidades | 11 de julho de 2017 por Gustavo Camargo

É bem visível que com o passar dos anos, a mulher vem sempre encontrando mais espaço em locais que somente homens poderia habitar. Um bom exemplo disso é a história de Amelia Earhart, que se tornou a primeira mulher piloto de avião a cruzar o oceano Atlântico.

Com esse feito a norte americana se igualou a, Charles Lindberg, que foi o pioneiro nesse tipo de viagem solo, indo de Nova York a Paris. Desde muito nova, Amelia, se mostrava que era uma pessoa diferente da maioria das garotas que ela conhecia. Gostava de se aventurar subindo em árvores, caçar ratos com espingarda e colecionar recortes de jornais sobre mulheres que tiveram sucesso em suas carreiras em áreas predominantes masculinas.

Ela aprendeu a pilotar, comprou um avião biplano, da cor amarelo,e o nomeou de “O Canário”. O feito que trouxe a fama para Amelia foi cruzar o Atlântico sozinha, coisa que ela conseguiu em 21 de maio de 1932.

Em uma viagem que estava fazendo, no dia 2 de julho, sob o oceano Pacífico relataram mau tempo ao Itasca, um navio da guarda costeira norte americana. Trocaram algumas informações, mas depois de um tempo a comunicação caiu. Desde o ocorrido não se teve mais notícias de Amelia e nem do avião que ela se encontrava.

Bom, conforme o tempo passou foram aparecendo teorias que tenta explicar o desaparecimento de Amelia. Pensando que vocês queiram conhecer essas teorias, listamos algumas delas para vocês:

1 – Prisioneira de japoneses

A última vez que Amelia e seu co-piloto foram vistos vivos, foi quando pararam em um aeródromo  na Nova Guiné para fazer revisão no avião e abastecer.

Oitenta anos depois do desaparecimento, o ex diretor executivo do FBI, produziu um documentário no canal History  Channel de um total de duas horas de conteúdo. Amelia Earhart: The Lost Evidence Armled (Amelia Eahart: A Evidência Perdida Armada). Nela ele informa que tem uma foto recentemente descoberta, relacionada ao desaparecimento de Earhart.

A fotografia preto e branco, mostra uma mulher com cabelos curtos, com um corte parecido com o que a Earhart usava, ela estava sentada em uma doca em Jaluit Atool, nas Ilhas Marshall. Vários especialistas acreditam que a foto é uma “evidência muito convicente” que ela estava sendo mantida sob custódia dos japoneses.

2 – Co-piloto era um alcoólatra

Talvez essa seja uma das teorias mais aceitas pelos pesquisadores sobre o desaparecimento. Os rumores se definiam que o co-piloto de Amelia estava bêbado no vôo, e seria o responsável pelo desaparecimentos dos dois.

3 – Dona de casa em Nova Jersey

Em 1970, um livro publicado chamado melia Earhart Lives de Joe Klass, que afirmava que Irene Bolam, uma mulher que morava em Monroe Township, Nova Jersey, seria a piloto desaparecida. No livro era claro as afirmações que Earhart teria voltado para os EUA e vivido uma vida tranquila logo após a Segunda Guerra Mundial, com a esperança de nunca volta ao olhar do público.

4 – Os restos mortais foram devoras por caranguejos

Em 1940, segundo um oficial britânico, ele tinha descobrido um esqueleto junto com uma antiga caixa sextante na ilha Gardner. Atualmente o esqueleto já foi perdido, devido ao degaste.

Outros habitantes da ilha, são os caranguejos de coco que podem crescer até o tamanho de um cão pequeno,  e são capazes de comer carne de um porco e espalhar os ossos.

5 – Espião dos Estados Unidos

Segundo o livro Lost Star: The Search for Amelia Earhart, ela não estava indo apenas em uma aventura pelo mundo, mas estava entrando em uma missão de espionagem e que seu avião estava secretamente equipado para tirar fotos de instalações da ilha japonesa e acabou entrevistando um ex-técnico da Lockheed, que lhe disse: “Lembro que fui direcionado para cortar dois orifícios de 16 a 18 polegadas de diâmetro para as câmeras , Que deveriam ser montados na baia de fuselagem inferior e seriam operados eletricamente “.

6 – Sem combustível

Elgen Long, aviador, é um dos principais defensores da teoria do “acidente e afundamento”. Com cerca de trinta e cinco anos de pesquisa, ele e sua mulher, Maria k. Long, foram os responsáveis por documentar para as pessoas os dados sobre o ocorrido.

Long acredita que quando estavam perto do destido de Earhart, Howland Islando, o avião ficou sem combustível. Earhart e seu co-piloto não tiveram escolha se não abandonar o avião.

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